domingo, 17 de abril de 2011

A Prospecção do futuro nos dias atuais: Minority Report

O filme de ficção científica lançado em 2002 estrelado por Tom Cruise é dirigido por Steven Spielberg com o sentimento e propecção de um futuro imaginado, que apesar de distante, não se afasta das principais problematicas da sociedade atual.

O sistema conhecido como divisão pré-crime é responsavel acabar com os assassinatos em Washington. A policia utiliza a vizualização antecipada com ajuda de paranomais: os precogs. Assim conseguem saber o nome da vitima e do futuro assassino que cometerá o crime antes mesmo de acontecer.

Essa indagação também abala o personagem principal  John Anderton (Tom Cruise) que vê sua vida sendo transformada após descobrir atraves do sistema que matará um desconhecido. O filme exibe uma otima qualidade de fotografia e imagens revolucionarias, que direciona os telespectadores ao futuro, abordando temas atuais como: violencia, drogas, crimes, sequestro,  assassinato, cirurgias plasticas, tecnologia avançada e etc.

O questionamento da trama seria a seguinte: é correto condenar uma pessoa por um crime que ela ainda não cometeu?

( Laisa Cabral) 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

O futuro da comunicação

A internet evolui a cada dia,e quando paramos para lembrar a maneira como nos comunicávamos há anos atrás,percebemos a grande diferença.Apenas uma minoria tinha acesso a internet o que deixava a comunicação muito lenta.Muito diferente nos dias atuais,onde vemos inúmeras mudanças e revoluções digitais que ocorrem numa velocidade surpreendente.
Acredito que a internet será a base de tudo. A TV Digital, o Rádio Digital, até os carros terão acesso a internet e tudo será único, a famosa convergência,que na realidade já está acontecendo.
Não sabemos como será esse futuro,mas sabemos que algo muito além do que imaginamos poderá acontecer e revolucionar a comunicação digital.



(Isabela Malkut/Felipe Bezerra)

Até que ponto a tecnologia direciona a humanidade ao avanço?


A exemplo do filme Minority Report (2002 ) a tecnologia nem sempre se mostra perfeita e em favor de todos. Todo sistema tem falhas e é isso que fica claro no filme, porém a velha fala de que  “para o beneficio de poucos muitos são prejudicados” , no filme é justamente o contrário, para o beneficio de toda uma sociedade algum são cruelmente manipulados.
O futuro sempre trouxe diversas indagações e imaginações, Steven Spielberg diretor do filme Minority Report (2002 ) trás muito bem alguns questionamentos e respostas para essa discussão. Para quem ainda não assistiu, Vale a pena conferir.

Minority Report



O filme Minority Report, de direção de Steven Spielberg, lançado em 2002 revela uma visão futurista da humanidade. O filme mostra o banimento de assassinatos a partir da criação do pré-crime, os precorgs (paranormais) conseguem visualizar o futuro e as imagens são captadas por super computadores, que dão data, local exato e nome dos envolvidos, a partir daí, policiais da elite vão até o local do futuro crime e tentam impedi-lo.
No entanto o banimento dos crimes não é a única coisa que pode ser observada no filme. A visão futurista da sociedade mostra um avanço na comunicação entre os homens que vai além do que possuímos hoje, mas que não seria uma verdade tão impossível. Hoje observamos a criação de hologramas, computadores de ultima geração, carros cada vez mais compactos e com tecnologias surpreendentes, robôs que substituem facilmente atividades de um homem e tudo o mais que a imaginação puder criar. O homem adquiriu essa característica de fazer uma idéia se tornar realidade em um espaço muito curto do tempo e caminha para uma vida cada vez mais tecnológica.
O que não considero como uma evolução no filme é o fato de pessoas, apenas por serem consideradas paranormais, passarem a ser tratadas como escravas da tecnologia, vivendo presas e convivendo apenas com o futuro e sua nocividade. Isto é quase que um retrocesso, pois, após o homem ter conseguido a liberdade foi mostrado que esta pode ser retirada facilmente, mesmo com tanta tecnologia em volta.


Irlen Manoela

Reflitam sobre esse pensamento do Felipe Morais

O futuro da comunicação é um assunto constantemente discutido pelo mercado e vem sempre à tona em blogs, sites especializados, seminários ou em encontros profissionais casuais. Cada um tem uma teoria, uma análise, um pensamento e uma opinião. Certos ou errados, pouco importa, pois só o tempo dirá quem tem a razão.
O interessante é que não há verdades ou mentiras. Na matemática, 2 + 2 = 4. Na comunicação, a resposta pode ser 1, 2, 3, 4, 5… Não há uma resposta exata.
Todas são discussões válidas. Sempre é bom saber como os anunciantes, veículos e agências vêem a comunicação e claro que cada um quer puxar a ?sardinha para o seu lado?. Há divergências nas opiniões, o que ajuda a enriquecer as diversas teorias da comunicação e marketing existentes até hoje, presentes em livros, artigos, sites, aulas, palestras e seminários.
Assim, gostaria de lançar mais uma entre as diversas já existentes.
O futuro da comunicação, na minha modesta opinião, será muito simples. Anunciantes e agências hoje possuem uma gama extensa de mídias (TV, rádio, outdoor, web, revistas…) representados por diversos veículos, separados por editoras, sites, emissoras e exibidoras de mídia.
Os profissionais de mídia têm diversos números para analisar, veículos e executivos para negociar, custos, análises de custo por mídia, custo por um, GRPs e TRPs, sempre com o objetivo de fazer ?mais por menos?, ou seja, mais impactos por menos dinheiro do anunciante.
No futuro ? e não muito distante ? os profissionais poderão olhar apenas para uma empresa e ter a certeza de que a sua campanha será um sucesso: para o Google, especificamente.
Veículos vão se adaptar ao sistema do gigante da web e tê-lo com um “parceiro necessário”.
Não é de hoje que aponto em meu blog que o Google tende a ser o grande centralizador da mídia online. Links patrocinados hoje representam apenas uma das inúmeras ferramentas da empresa. Amanhã este tipo de anúncio será apenas mais um dos recursos para as campanhas dos anunciantes impactarem o consumidor onde quer que ele esteja.
Diariamente temos notícias de quanto o Google está se movimentando. Seja comprando uma empresa de marketing digital como a Doubleclick, lançando novas ferramentas ou se preparando para ser uma empresa que comercializa mídia em jornais, rádio e TV. Ou ainda uma nova investida: a comercialização de um outdoor diferente, que conectado à internet exibiria anúncios de lojas locais.
A venda de espaço para os varejistas seria feita através da internet – seguindo o mesmo modelo que hoje o Google oferece a quem anuncia nos sites do serviço Adsense, o que demonstra a clara idéia do Google em expandir sua receita publicitária para além da internet.
A empresa já prepara também investimentos em outras mídias digitais como mobile marketing e games. As redes sociais que possui ? Orkut e YouTube – estão começando agora a comercializar publicidade, mas ainda com os links. O YouTube já tem canal patrocinado onde o anunciante pode colocar seu comercial de TV na home do site. Espera-se em breve novas formas de propaganda em toda a rede Google.
Com todas essas aquisições e investidas em áreas fora do digital, volto a afirmar que na minha modesta teoria o futuro da comunicação está cada vez mais fácil, alinhando aos conceitos de segmentação, regionalização e mercado de nichos. Bastará aos profissionais de mídia avaliarem sua verba e praça e ver quais ferramentas do Google se adequam à marca do seu cliente. Depois é negociar com o Google os famosos descontos e analisar os resultados – claro que com as métricas do Google, como o Google Analytics. [Webinsider]

Minority Report- A fotografia como ferramenta futurista

A fotografia ajuda muito a criar o clima do filme. Ele é torrado de efeitos especiais, e a veracidade das cenas poderia ser prejudicada devido a defeitos de luz, como acontece na maioria dos filmes ( há um contraste, geralmente, muito grande entre o chroma key- a famosa tela azul- e os atores de verdade, no que diz respeito á iluminação). Devido a um recurso chamado bleach-bypass, o filme perdeu muito da cor, ficando com um tom azul, melancólico, e os rostos dos personagens ganharam um lindo contraste branco. Com esse tipo de fotografia, essas variações na iluminação ficaram muito discretas ( mas também foram muito utilizados para criar 'camadas' durante o decorrer do filme, sempre de forma inteligente, para dar o ar futurista já criado perfeitamente pela direção de arte da equipe.
 Só que, mesmo com toda essa sabedoria, a fotografia acaba ficando 'enjoada' em certos momentos, devido á falta de variação nas cores. Há realmente pouquissima variação, mas é o preço pago por escolherem criar efeitos infinitamente mais realistas; mas graças a historia perfeita e totalmente interessante, esse defeito não chega a ser muito grave.

A importância das mídias sociais para o Relações Públicas

Com a consolidação da web 2.0, hoje, são mais de 300 redes sociais no mundo. Nessas redes, as informações se disseminam rapidamente entre as pessoas que possuem o mesmo interesse e têm um grande poder de levantar ou destruir uma marca.
Com o rápido engajamento dos internautas nessas ferramentas, as empresas estão, aos poucos, percebendo que precisam criar métodos de interação e relacionamento com o seu público, nestas mídias.
A maioria dos consumidores insatisfeitos, em vez de utilizarem canais tradicionais como “Fale Conosco”, preferem criar uma comunidade no orkut, ou postar uma mensagem no twitter demonstrando sua insatisfação. É por esse motivo, que as organizações devem se atentar à essa nova forma de comunicação.
A Telefônica, por exemplo, criou um canal de relacionamento com o internauta chamado  “Telefônica RP 2.0”. Nessa ferramenta, há uma comunicação direta entre o cliente e a empresa. Nela, o usuário preenche um formulário com seus dados, informando, também, quais as redes sociais que ele faz parte. Dessa forma, é possível monitorar o que as pessoas estão dizendo sobre a empresa. Além disso, estar presente nas redes sociais, é uma forma de aproveitar a grande produção de conteúdo gerada nesse meio.
O profissional de Relações Públicas que não se preocupa com o que é discutido nessas redes, pode ter o nome de sua empresa prejudicado, sem ao menos saber onde a história começou. Um vídeo no youtube, uma mensagem no twitter ou uma comunidade no orkut, pode, rapidamente, acabar com a reputação de uma marca/ organização.


Nell Araujo e Larissa Cerqueira