domingo, 27 de março de 2011

O 5.6 Núcleo de Fotojornalismo e Estudos Avançados da Imagem.

"É na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação: o fotojornalismo."
Silvio Ribeiro.

O 5.6 Núcleo de Fotojornalismo e Estudos Avançados da Imagem tem como objetivo transmitir conhecimentos e experiências do Fotojornalismo e no universo da arte fotográfica.

O cotidiano dos fotógrafos poderá ser conhecido e debatido com o público em geral, por intermédio de palestras e oficinas. Entre os cursos do 5.6, destacamos os de Fotojornalismo Aplicado, Fotojornalismo Dinâmico, Oficina de Fotojornalismo Avaliação, Primeiro Click, Técnicas Fotográficas, Ensaio e Edição Fotográfica, Fotografando nas Férias, Oficina de Iluminação, Oficina de Produção Editorial de Moda, Oficina de Produção Editorial de culinária, Empresarial e VIP. 

Propondo a valorização e atualização dos profissionais ligados à fotografia, o 5.6 oferece o Espaço Fotógrafo. Em encontros quinzenais, promove palestras, bate-papos, divulgação de exposições e concursos. Os associados poderão obter descontos nos eventos, serviços e produtos do 5.6, bem como de nossos parceiros conveniados.O Núcleo desenvolve as seguintes ações: Edição de Imagem, Leitura e Orientação de Portfólio, Formatação de Projetos Fotográficos, Curadoria e Montagem de Exposições.Os profissionais que atuam no Núcleo de Fotojornalismo têm experiência em nível estadual, nacional e internacional.

(Laisa Cabral)

segunda-feira, 21 de março de 2011

Reuters

A Reuters é uma das mais famosas e antigas agências de notícias do mundo.companhia foi fundada pelo alemão Paul Julius Reuter, um pioneiro dos serviços telegráficos.A agência criou uma boa reputação na Europa por ser a primeira a reportar "furos" jornalísticos no estrangeiro,como a notícia do assassinato de Abraham Lincoln.As agências operam através de escritórios locais, em diferentes cidades e países, que transmitem sua apuração para as centrais, que por sua vez redistribuem o material para os clientes (jornais, revistas, rádios, televisões, websites etc.).Todo o processo é feito na velocidade mais rápida possível.Deste modo, a agência de notícias pode ser considerada um vendedor atacadista de informação.O recurso às agências de notícias permite aos jornais e outros veículos fornecerem prontamente informações sobre países onde eles não têm correspondentes, ou sobre fatos que não têm meios de apurar por si mesmos.
As agências podem ser do tipo comercial, que vende os serviços e obtém lucro (Reuters, AFP), ou cooperativas, constituídas de diversos órgãos de informação associados para compartilhar e assim aumentar o volume de notícias circuladas (AP, IPS, NANAP).

Com o tempo, as Agências de Notícias proliferaram-se, e hoje muitos jornais de pequeno e médio porte tem agências, licenciando os seus fotógrafos para venda de seus trabalhos em redes OnLine na internet e nos jornais com circulação interna.

(Isabela Malkut/Lucas Mendes)

quarta-feira, 16 de março de 2011

pulitzer

O Pulitzer é uma das principais premiações de maior prestígio nos Estados Unidos e no mundo. Segue em anexo as fotografias mais importantes do premio pilitzer:

A imagem de CheA famosa foto de Che Guevara, conhecida formalmente como "Guerrilheiro Heróico", onde aparece seu rosto com a boina negra olhando ao longe, foi tirada por Alberto Korda em 5 de março de 1960 quando Guevara tinha 31 anos num enterro de vítimas de uma explosão. Somente foi publicada sete anos depois.
O Instituto de Arte de Maryland - EUA denominou-a "A mais famosa fotografia e maior ícone gráfico do mundo do século XX". É, sem sombra de dúvidas, a imagem mais reproduzida de toda a história expressa um símbolo universal de rebeldia, em todas suas interpretações, (segue sendo um ícone para a juventude não filiada às tendências políticas principais).




A agonia de Omayra
Omayra Sanchez foi uma menina vítima do vulcão Nevado do Ruiz durante a erupção que arrasou o povoado de Armero, Colômbia em 1985. Omayra ficou 3 dias jogada sobre o lodo, água e restos de sua própria casa e presa aos corpos dos próprios pais. Quando os paramédicos de parcos recursos tentaram ajudá-la, comprovaram que era impossível, já que para tirá-la precisavam amputar-lhe as pernas, e a falta de um especialista para tal cirurgia resultaria na morte da menina. Omayra mostrou-se forte até o último momento de sua vida, segundo os paramédicos e jornalistas que a rodeavam. Durante os três dias, manteve-se pensando somente em voltar ao colégio e a seus exames e a convivência com seus amigos.
O fotógrafo Frank Fournier, fez uma foto de Omayra que deu a volta ao mundo e originou uma controvérsia a respeito da indiferença do Governo Colombiano com respeito às vítimas de catástrofes. A fotografia foi publicada meses após o falecimento da garota.
Muitos vêem nesta imagem de 1985 o começo do que hoje chamamos Globalização, pois sua agonia foi vivenciada em tempo real pelas câmaras de televisão de todo o mundo.


A menina do Vietnã
Em 8 de junho de 1972, um avião norte-americano bombardeou a população de Trang Bang com napalm. Ali encontrava-se Kim Phuc e sua família. Com sua roupa em chamas, a menina de nove anos corria em meio ao povo desesperado e no momento, que suas roupas tinham sido consumidas, o fotógrafo Nic Ut registou a famosa imagem.
Depois, Nic levou-a para um hospital onde ela permaneceu por durante 14 meses sendo submetida a 17 operações de enxerto de pele.
Qualquer um que vê essa fotografia, mesmo que menos sensível, poderá ver a profundidade do sofrimento, a desesperança, a dor humana na guerra, especialmente para as crianças.
Hoje em dia Pham Thi Kim Phuc está casada, com 2 filhos e reside no Canadá onde preside a "Fundação Kim Phuc", dedicada a ajudar as crianças vítimas da guerra e é embaixadora da UNESCO.


Execução em Saigon
- "O coronel assassinou o preso; mas e eu... assassinei o coronel com minha câmara? - Palavras de Eddie Adams, fotógrafo de guerra, autor desta foto que mostra o assassinato, em 1 de fevereiro de 1968, por parte do chefe de polícia de Saigon, a sangue frio, de um guerrilheiro do Vietcong.
Adams, correspondente em 13 guerras, obteve por esta fotografia um prêmio Pulitzer; mas ficou tão emocionalmente tocado com ela que converteu-se em fotógrafo paisagístico.



A menina Afegã
Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafo Steve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados Nasir Bagh do Paquistão durante a guerra contra a invasão soviética. Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de 1985 e, devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-se numa das mais famosas da revista e do mundo.
No entanto, naquele tempo ninguém sabia o nome da garota. O mesmo homem que a fotografou realizou uma busca à jovem que durou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de 30 anos e pôde saber seu nome. Sharbat Gula vive numa aldeia remota do Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos. Ela regressou ao Afeganistão em 1992.


 O beijo do Hotel de Ville
Esta bela foto, que data de 1950, é considerada como a mais vendida da história. Isto devido à intrigante história com a que foi descrita durante muitos anos: segundo contava-se, esta foto foi tirada fortuitamente por Robert Doisneau enquanto encontrava-se sentado tomando um café. O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre as pessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se com paixão enquanto caminhavam no meio da multidão.
Esta foi a história que se conheceu durante muitos anos até 1992, quando dois impostores se fizessem passar pelo casal protagonista desta foto. No entanto o Sr. Doisneau indignado pela falsa declaração, revelaria a história original declarando assim aquela lenda: a fotografia não tinha sido tirada a esmo, senão que tratava-se de dois transeuntes que pediu que posassem para sua lente, lhes enviando uma cópia da foto como agradecimento.
55 anos depois Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias desta foto e recebeu 200 mil dólares.


O beijo da Time Square
O Beijo de despedida a Guerra foi feita por Victor Jorgensen na Times Square em 14 de Agosto de 1945, onde um soldado da marinha norte-americana beija apaixonadamente uma enfermeira. O que é fora do comum para aquela época é que os dois personagens não eram um casal, eram perfeitos estranhos que haviam acabado de encontrar-se.
A fotografia, grande ícone, é considerada uma analogia da excitação e paixão que significa regressar a casa depois de passar uma longa temporada fora, como também a alegria experimentada ao término de uma guerra.


O homem do tanque de Tiananmen
Também conhecido como o "Rebelde Desconhecido", esta foi a alcunha que foi atribuido a um jovem anônimo que se tornou internacionalmente famoso ao ser gravado e fotografado em pé em frente a uma linha de vários tanques durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989 na República Popular Chinesa.
A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois) interpôs se a duas linhas de tanques que tentavam avançar. No ocidente as imagens do rebelde foram apresentadas como um símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar.
Na China, a imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado dos soldados do Exército Popular de Libertação para proteger o povo chinês: apesar das ordens de avançar, o condutor do tanque recusou fazê-lo se isso implicava causar algum dano a um cidadão(hã hã).


 Protesto silencioso
Thich Quang Duc, nascido em 1897, foi um monge budista vietnamita que sacrificou-se até a morte numa rua super movimentada de Saigon em 11 de junho de 1963. Seu ato foi repetido por outros monges. Enquanto seu corpo ardia sob as chamas, o monge manteve-se completamente imóvel. Não gritou, nem sequer fez um pequeno ruído.
Thich Quang Duc protestava contra a maneira que a sociedade oprimia a religião Budista em seu país. Após sua morte, seu corpo foi cremado conforme à tradição budista. Daí você poderia perguntar:
- "Existiria mais alguma coisa para cremar?"
Hum hum... durante a cremação seu coração manteve-se intacto, pelo que foi considerado como quase santo e seu coração foi transladado aos cuidados do Banco de Reserva do Vietnã como relíquia.


Espreitando a morte
Em 1994, o fotógrafo Sudanês Kevin Carter ganhou o prêmio Pulitzer de fotojornalismo com uma fotografia tomada na região de Ayod (uma pequena aldeia em Suam), que percorreu o mundo inteiro.
A figura esquelética de uma pequena menina, totalmente desnutrida, recostando-se sobre a terra, esgotada pela fome, e a ponto de morrer, enquanto num segundo plano, a figura negra expectante de um abutre se encontra espreitando e esperando o momento preciso da morte da garota.
Quatro meses depois, abrumado pela culpa e conduzido por uma forte dependência às drogas, Kevin Carter suicidou-se.


 The Falling Man
The Falling Man é o título de uma fotografia tirada por Richard Drew durante os atentados do 11 de setembro de 2001 contra as torres gêmeas do WTC. Na imagem pode-se ver um homem atirando-se de uma das torres. A publicação do documento pouco depois dos atentados irritou a certos setores da opinião pública norte-americana. Ato seguido, a maioria dos meios de comunicação se auto-censurou, preferindo mostrar unicamente fotografias de atos de heroísmo e sacrifício. Ah sim... mas eles passaram exaustivamente na TV a morte de Saddam...


Triunfo dos Aliados
Esta fotografia do triunfo dos aliados na segunda guerra, onde um soldado Russo agita a bandeira soviética no alto de um prédio, demorou a ser publicada pois as autoridades Russas quiseram modificá-la. A bandeira era na verdade uma toalha de mesa vermelha e o soldado aparecia com dois relógios no pulso, possivelmente produto de saque. Sendo assim foi modificada para que não ficase feio para os soviéticos.


Protegendo a cria
Uma mãe cruza o rio com os filhos durante a guerra do Vietnã em 1965 fugindo da chuva de bombas americanas.

segunda-feira, 14 de março de 2011

World Press Photo

Organização independente sem fins lucrativos, com sede em Amsterdã, na Holanda. que oferece oportunidade a fotógrafos profissionais e amadores mostrarem seus registros. Preocupada em estimular o desenvolvimento do fotojornalismo e incentivar a transferência de conhecimento, a organização anualmente também promove, seminários, oficinas e outros projetos educacionais em todo o mundo.

O Ultimo World Press Photo ocorrido no inicio de fevereiro, que elegeu as melhores fotos 2010, teve como destaque a premiação a um brasileiro, por uma foto tirada em um tiroteio em plena luz do dia na Av.Brasil no Rio de Janeiro. O evento contou com uma pluralidade de imagens, já características do mesmo, apresentando fotografias do cotidiano, como a categoria “Retratos feitos para reportagem”, premiando a foto de Wolfram Hahn, com uma foto para uma matéria sobre autorretratos para Redes Sociais.  Na categoria “Pessoas na Noticia” teve como segundo o lugar um foto feita por Seamus Murphy capturando uma imagem no mínimo curiosa do fundador do WikiLeaks; e finalizando como grande vencedora o retrato da Afegã de 18 anos Bibi Aisha, mutilada pelo marido, onde teve o nariz e orelhas decepados, foto registrada pele fotografa Jodi Bieber.



Fonte: Folha de São Paulo, 12 de Fevereiro de 2011
Outras categorias: www.folha.com.br/fg2140


Irlen Manoela, Felipe Bezerra

Associated Press


A Associated Press (AP) é uma rede de notícias essencias e imparcias global com sede em Nova York e tem com missão oferecer serviços de notícias distintas de mais alta qualidade, confiabilidade e objetividade. Funciona com cerca de 3700 funcionários e atua em mais de 300 localidades em todo o mundo.

A Associated Press (AP) fornece um constante fluxo de notícias do que acontece pelo mundo e uma rede da indústria de fotos mais sofisticadas, além de ter o serviço de notícias online atualizado a todo instante.

A associação é bastante reconhecida, sendo a mais premiada em todas as categorias que concorre. É uma organização sem fins lucrativos e por ser muito valorizada emprega alguns dos maiores e mais experientes jornalistas do mundo.

(Társila Serra)

Agência de notícias x Blog

Posso tratar um assunto no blog, da mesma forma que trato em uma agência de notícias? Essa é uma das diferenças de uma ferramenta para outra, na agência minha informação deve ser passada de maneira formal, sendo o conteúdo referente a fatos e eventos, sem interpretação há princípio.
Mas, se a minha idéia é interagir com o público, gerar comentários, flexibilizar os assuntos, então estamos falando de blog.
Assim, como este! Gostou do assunto, curtiu? Pode comentar...

Lucimara Santana e Larissa Cerqueira

Agências de Notícias

As agências de notícias têm crescido notavelmente no mundo. Sua aparição teve início no século XIX e seu intuto maior é relatar os fatos que acontecem a todo instante.
Muitas já tornaram disso um negócio com a venda da notícia ou criação de site, mas alguns trabalham de forma voluntária passando informações de seu país, estado, cidade ou região. A grande vantagem de uma agência de notícia é a possibilidade de manter vários informantes espalhados e conectados com o mundo, além da precisão, veracidade e habilidade de disseminar informações.

(Adriane Primo e Nell Araújo)

Folha ganhou 10 prêmios mundiais de design gráfico!

A Folha foi a publicação brasileira mais premiada na 32ª edição do Best of News Paper Design, promovido pela Society For News Design, por trabalhos produzidos ano passado.
Este concurso que ocorre desde 1979, tem sede nos EUA e reúne profissionais de design.
Segundo o Editor de Arte, Mário Kanno, o Jornal Folha procura tratar a apresentação visual da notícia como um diferencial e por esse motivo foi premiada pela 12ª.
Outros veículos da Bahia, como A tarde e Correio da Bahia ganharam 3 dinstições, cada.

(Lorena Carvalhal e Jacyeli Lemos)

Fonte: Folha de São Paulo - Terça-Feira, 22 de Fevereiro de 2011.

Cultura Digital

A sociabilidade digital ainda é um tema bastante discutido, pois está diretamente ligado a inclusão digital que mesmo no século XX não faz parte da realidade de algumas sociedades. Para Antônio Mendes, para que essa inclusão aconteça é necessário se erguer num tripé chamado TCI - Tecnologia de informação e comunicação.
No Brasil algumas iniciativas já vêm sendo tomadas pelo governo, como é o caso da disponibilização de laboratórios de informática com acesso a internet e ainda, algumas parcerias com empresas para adquirir equipamentos, programas, suporte e assistência para incentivar as escolas públicas a incluir seus alunos nesse novo ambiente de integração. O governo também decretou uma regulamentação no qual o objetivo é dar um notebook para cada aluno da rede pública, o Programa Um Computador por Aluno (Prouca) tem o apoio do Ministério da Educação que está facilitando esta iniciativa do governo através da insenção fiscal, IPI, imposto de importação e outros impostos... Em contrapartida, essa iniciativa não inclui digitalmente os estudantes, pois o uso dos laboratórios não são freqüentes, além da falta de capacitação de seus professores. É preciso políticas públicas mais rígidas para que a inclusão digital aconteça e, portanto a inclusão social.

(Adriane Primo e Nell Araujo)

quinta-feira, 10 de março de 2011

Hipertexto e Complexidade

Segundo Marcelo Bolshaw,o hipertexto é uma forma de mudar a maneira das pessoas interagirem,criando novos universos e "enterrando" velhos paradigmas.Porém,de um ponto de vista geral,existem pelo menos três sentidos distintos para a noção de "hipertexto".
O primeiro deles é o texto em HTML,ou a linguagem usada para criar documentos em Hipertexto para o uso na Word Wide Web.O hipertexto é um texto coletivo,tanto pode ser um discursso escrito quanto audiovisual,chamado de Multitexto,uma analogia aos termos multimídia e hipermídia.O hipertexto é aquele que o leitor interage com o discurso,de forma que,como estrutura aberta de múltiplo sentido,é aquele texto que beira a polissemia e permite o máximo de interpretações.
O hipertexto é um constante reescrever o mesmo sentido de outras formas.Temos uma única mensagem,mas temos que comunicá-la a cada pessoa e,a cada resposta,todas as tentativas anteriores teriam que ser reformuladas e se influenciaram reciprocamente,em um eterno retorno sempre diferente.
Particularmente,acredito que apesar do hipertexto ser uma ferramenta complexa,é muito mais interativa,ele cria novas possibilidades,ampliando as informações e aprofundando bastante o assunto desejado.Proporciona ao leitor diversos meios de construir sua leitura e sua busca de dados.

Fonte: http://catatau.blogsome.com/2007/09/03/hipertexto-complexidade-e-blogs/

(Isabela Malkut Fonseca)